terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Às 15.

O relógio já marcava 14:55. Tempo para alguns ajustes dentro de mim. Fechei os olhos na tentativa de acalmar-me. Viajei. Os pés tocados ao chão, virou canção. Era Ele que já se aproximara da porta. Não O esperei bater. Corri. Abri. E adentrou. O mesmo perfume de sempre. Tão bem arrumado - como no primeiro encontro. O sorriso que espalhava-se em Sua face, envolvia de luz os meus olhos, assim como cada vez que nos encontramos. Abraçou-me. Envolvida com o amor que inundara o meu meu peito, descansei, recriei-me, vivi. (...) E era assim todas as vezes que se aproximava às 15. Porque, todos os dias, às 15, Ele me recordara que desde sempre, pontualmente, era o Seu amor que salvar-me-ia de mim. 

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